Começaram esta semana, na transição entre a 18ª e a 19ª. O papai Gabriel ainda não sentiu, mas eu já senti algumas vezes (inclusive agora) e a sensação é de ter a certeza de que estou bem acompanhada. Espero que esteja aconchegante para o bebê lá dentro.
Nestas últimas semanas muitas portas lá fora se fecharam. É como a vida estivesse bloqueando todos os meios que eu tinha pra depender dos outros. E agora estou lutando pra sempre estar forte, estar bem, pra ser o melhor que eu puder, pelo meu bebê, por amor. É uma luta onde só se sai ganhando, e eu nunca tive um motivo melhor na vida do que este. O Emanuel já está sendo de longe o maior mestre que eu e Gabriel tivemos.
Já consigo pensar em sons e cores, meus e do meu filho, já consigo vizualizar de novo o futuro, e ter forças pra construir esse cenário pra ele. O que me deixa feliz é saber que posso viver pra mim, pro bebê, e pro pai dele. Tudo ao mesmo tempo, porque no final tudo é a mesma coisa, a mesma família, a mesma casa que vai precisar de todo mundo. Vai precisar do Gabriel tocando música, vai precisar do Emanuel brincando, vai precisar da Gabriela pintando. E os três cuidando.
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